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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por tsunami

Tsunami reversa

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Nos últimos anos vivenciamos duas Tsunamis que tiveram repercussões dramáticas, a primeira aconteceu na Ásia em 2004, e mais recentemente no Japão em 2010. A da Ásia teve consequências, em termos de perdas de vidas humanas, muito severas, morreram aproximadamente 100.000 pessoas! As imagens são assustadoras, as ondas durante seu deslocamento atingiram velocidade de 800 km/h, ao chegar na costa tinham até 10 metros de altura. Ultimamente, o nosso Ministro das Finanças, para enfatizar o volume de recursos que se dirigem á nosso país, vem utilizando o termo “Tsunami Financeira”. Assim, poderíamos esperar que depois que Ben Bernanke anunciou que vai usar quantos helicópteros forem necessários para criar empregos por-mares-nunca-dantes-navegados , os operadores do BC Brasileiro teriam que fazer turnos de 24 horas para comprarem todo volume de dólares que aportariam aqui. Mas não é o que vem acontecendo, veja a seguir os últimos dados cambias. O gráfico da esquerda apon...

Sentado nas fichas #OURO #GOLD #EURUSD

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Acredito que a grande maioria dos leitores já jogou pôquer de forma presencial. Hoje existem diversos livros para os aficionados, com cálculos estatísticos que auxiliam a decisão em cada jogada. Meu associado, Alberto Dwek, além de exímio financista, já venceu vários torneios. Sua estratégia mistura técnica e avaliação comportamental, que pesa tanto quanto a matemática. E não se pode esquecer do blefe. Provavelmente, em algum jogo, essa combinação de técnica e comportamento, ainda que pouco consciente, levou você a ganhar diversas mãos. Em determinado ponto, resolveu "sentar nas fichas": passou a pagar apenas os pingos, sem se arriscar, até o jogo terminar. Algo semelhante acontece com os americanos, principalmente com a geração dos baby boomers, que está se aposentando. Passaram a maior parte da vida produtiva arriscando seus recursos na bolsa e conseguiram acumular quantias expressivas. Agora estão sentados nas fichas, e a pilha é enorme. Podemos nos perguntar como a ec...

Alarme pré Tsunami

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No post previsão-para-o-proximo-ano , eu comentei sobre uma tal de onda B, e que ao terminar começaria uma outra chamada de onda C, imagino que para quem não tem conhecimento técnico minha colocação fica um pouco vaga. Eu não pretendo nem ensinar e nem que vocês aprendam o assunto, mas por outro lado somente dizer cuidado sem algo concreto parece “chutometro”. Fui buscar a definição da personalidade desta onda, verifiquem se as condições atuais se encaixam: ... Estas ondas são “falsas”, é uma armadilha para os otimistas, paraíso dos especuladores, orgias de lucros fácies, complacência institucional, são tecnicamente fracas. Se o analista pode facilmente dizer, Tem alguma coisa errada com este mercado, são grandes as chances, de que é uma onda B.... Vocês não acham que se enquadra com as condições atuais? Se eu enumerar as dúvidas que existem hoje chegaria facilmente a mais de dez e todas elas com impacto importante. E as bolsas, não pararam de subir? Entrada recorde de rec...

BCB precisa mudar o remédio

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Desde que o Ministro das Finanças, Joaquim Levy, fez um comentário no dia 30/01, que o governo não tem a intenção de manter o câmbio "artificialmente sobrevalorizado", as cotações do dólar subiram aproximadamente 10%. Neste momento de turbulências internas, isso não é nada bom. O Tema do Mosca este ano, parece ter sido acertado, pois teremos forças sofrendo influências, ora do "dólar - dólar", ora pelo efeito "Dilma", e atualmente este último é o que vem dominando. Mas qual é a cotação "certa" para uma moeda? Ninguém sabe, em teoria pode-se dizer que é aquela onde existe um equilíbrio no fluxo cambial, mas mesmo assim, qual o estoque de moeda desejado pelo BC para manter um colchão de segurança? O país é importador ou exportador de poupança? Qual atratividade para os estrangeiros investirem? Ou aquela, em que os economistas gostam, chamada de Purchasing_power_parity ? E muito mais. Por tudo isso, sou partidário de uma política de câmbio flutu...

Pastelão

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Não sei se é da sua época a série americana os três patetas, cuja comicidade era marcada pela extrema comédia pastelão e farsa física. Era muito engraçada, para a época, as trapalhadas que eles se envolviam. Ontem à noite fomos surpreendidos pela eliminção da alíquota de IOF de 6% nas aplicações em renda fixa feitas por investidores estrangeiros, anunciada pelo Ministro da Fazenda, Guido Mantega. Se vocês se recordam quando da implantação deste imposto, o argumento era para combater a entrada maciça de dólares e mais recentemente, há menos de um ano atrás, o Ministro usou o termo "Tsunami Financeira" que comentei no post  tsunami reversa . Os argumentos agora são que "houve uma redução da liquidez internacional" decorrente da expectativa que o FED venha a desmontar os mecanismos de expansão monetária, vulgo helicópteros. É verdade que um movimento preventivo vem ocorrendo nesta direção, como apontei no post  o-BCB-está-indeciso , a valorização do dólar american...

Pelé e Coutinho

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Eu lembro das imagens capturadas durante a Tsunami que ocorreu em 26 de dezembro de 2004, cujo epicentro foi na costa da Sumatra, na Indonésia, causando a morte de 230.000 pessoas. Ondas de até 30 metros de altura atingiram a costa de 14 países diferentes, ao longo da maioria dos continentes banhados pelo Oceano Índico. Assustador! Em finanças também se usa esse termo quando existe uma crise que envolve muitos mercados e/ou países. Pode-se dizer que, a recessão de 2008 foi uma delas. Mas a distribuição dos prejuízos não foi igual entre os detentores de títulos de renda fixa e ações. Com exceção do Banco Lehman Brothers, ninguém que tinha uma aplicação em renda fixa perdeu dinheiro, ao contrário, o prejuízo foi enorme  para os detentores de ações. Essa segmentação foi possível graças a intervenção do governo americano, que não permitiu que houvesse a quebra de várias empresas e bancos. Passados oito anos, a economia americana não conseguiu se recuperar como se havia planejad...

Abrimos a Champanhe?

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As boas notícias vêm aparecendo em vários fronts da economia mundial. Parece que esse é um processo inexorável, sem toda via sabermos qual a sua real dimensão. Mas melhor assim que ao contrário. É bem verdade que depois de um período extenso de marasmo qualquer marolinha parece uma Tsunami. Aqui quero enfatizar um crescimento real que parece elevado em virtude de uma memória recente de baixo crescimento, e não a frase arrogante pronunciada pelo contraventor Lula, ao se referir a crise americana em 2008, afirmando que a Tsunami mundial, seria uma marolinha aqui. Manteve seu excelente histórico, a de errar no diagnostico em 100% das vezes. O PMI calculado através da média ponderada entre EUA, Europa e Japão, claramente se encontra em trajetória ascendente. O gráfico a seguir aponta uma relação defasada entre essa variável e o PIB, assim se poderia aguardar um crescimento maior para essas economias em breve. Nessa sexta-feira teremos a publicação do PIB americano muito aguardado ...

Existe um Tsunami Financeiro próximo do Japão?

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Todo mundo ficou horrorizado com as imagens do Tsunami que assolou o Japão no ano passado, porém o que mais impressionou foi a capacidade da população em suportar a dor, e como eles trabalharam para recuperar os estragos. As fotos ao lado são um dos exemplos, num espaço curto de tempo, as estradas, casas e pontes foram reconstruídas em tempo recorde. Economicamente, o Japão vive uma estagnação por mais de 20 anos, e para enfrentar esta situação o Governo injetou quantidades enormes de moeda, buscando reanimar os consumidores, com muito pouco, ou quase nenhum, sucesso. O gráfico acima  apresenta a situação da dívida líquida japonesa comparada ao seu PIB, é a pior de todos os países desenvolvidos, é isso aí, pior que a da Grécia! É válido se perguntar, mas por que ainda não sofreu como os países do Club Med? A resposta é que 95% da dívida é financiada internamente através de poupança, porém quanto mais os japoneses se aposentam, mais esta atitude tende a mudar dr...

Mantega x Levy: Em quem você aposta?

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Alguém sente saudades do ex-Ministro Mantega? Eu, nenhuma! Lembro quantas não foram as manhãs que, ao me deparar com as notícias do dia, lia as suas estapafúrdias declarações. A melhor mesmo, foi a da Tsunami Financeira, que originou o post  tsunami reversa , em outubro de 2012. O que ele pregava naquela época, era que a ação dos Bancos Centrais injetando liquidez, estava inundando o Brasil de dólares. Veja quais foram minhas críticas naquele momento: Tomada de medidas que implantaram um mecanismo de protecionismo a Indústria Nacional. Qualquer investidor detesta quando o Governo coloca regras que objetivam interesses políticos. A contra partida é uma diminuição da entrada de Investimentos pelos estrangeiros. O câmbio não é mais livre, o BC instituiu uma banda entre R$ 2,00 e R$ 2,05, ou seja, para quem investe, acabou o ganho na valorização do real, agora só dá para perder, se o dólar subir. A taxa de juros real está praticamente em zero, tirando a atratividade por este lado...

Será o fim da Microsoft? #nasdaq100 #NVDA

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  No passado eu usava o Lotus 1-2-3 para fazer minhas planilhas de cálculo e era feliz. Ele me atendia em tudo o que eu precisava. Através dele desenvolvi um programa que hoje seria ridículo para calcular a arbitragem no mercado de ouro. Funcionou tão bem que, quando um amigo pediu uma cópia, mandei um disquete com o arquivo batizado de “Acertar na Mosca”. Entenderam a razão do nome do blog? Até que certo dia um colega voltou dos Estados Unidos trazendo uma cópia do Excel e jurando que era o software mais poderoso para cálculos e simulações. Ele abriu no laptop e me deixou algumas horas para experimentar. Como qualquer novidade exige boa vontade para vencer a inércia, devolvi o disco e disse: “Se o pessoal da Microsoft quer que eu use o Excel, que venha aqui me ensinar. Não vou perder meu tempo”. Nem preciso contar o que aconteceu depois.   A Microsoft virou a rainha absoluta das receitas recorrentes. Cobrança mensal em quase todos os programas, faturamento bilionário só n...