Ninguém perde por azar #USDBRL
A Copa do Mundo terminou ontem com a taça nas mãos da Espanha, e o jogo contra a Argentina disse mais sobre mercados do que qualquer relatório econômico que li essa semana. A Argentina não atacou — praticamente zero chutes a gol — porque dependia de um único gênio, o Messi, que passou boa parte da partida parado esperando a oportunidade certa. A Espanha fez o oposto: um time inteiro de meio-craques circulando a bola sem parar. Não tinha singularidade ali, tinha repetição. E foi a repetição que ganhou a taça. Todo mundo já ouviu que a casa sempre ganha. Quase ninguém sabe explicar por quê — e é isso que vale a pena entender hoje, porque a mesma engrenagem que faz um cassino lucrar todas as noites decide também de que lado da mesa está a sua carteira. Vale registrar por que escolho este caminho hoje. Irã e Estados Unidos voltaram a trocar hostilidades, o suficiente para pressionar o petróleo, mas o impacto no mercado foi mínimo. As eleições já estão precificadas em qualquer con...