2020: O risco vai compensar?

7 de janeiro de 2013

Sinal verde


No inicio de cada ano proliferam as previsões sobre o desempenho dos mercados, a do mosca vocês já conhecem. Um analista que acompanho, listou três argumentos positivos e três negativos que são de interesse para nós. Hoje vou descrever os positivos (bullish) e amanhã os negativos (bearish).

  As taxas de juros vão permanecer baixas

O Fed se comprometeu em manter as taxas de juros baixas até 2.015, no mínimo. Os juros baixos vão pesar bastante no crescente número de indivíduos que estão se aposentando e que sentem uma urgência em aumentarem suas rendas para complementar suas aposentadorias. Desta forma esta busca por retorno deve continuar nos próximos anos, induzindo as pessoas a investir em ativos de maior risco. 
Observem no gráfico abaixo, como a cada incursão do FED em novos programas, acarretou numa elevação menor das taxas de juros dos títulos de 10 anos.


Os argumentos técnicos permanecem positivos

No passado os investidores tinham uma visão mais de longo prazo, mas nos dias de hoje, com o advento das facilidades da internet, os movimentos diários na bolsa são comandados pela direção de todos os mercados. Atualmente, como pode ser visto no gráfico abaixo, o mercado ainda está num bem definido movimento de alta. Embora o pico histórico ainda oferece alguma resistência, a tendência ainda é positiva, sugerindo que a exposição ao risco deve ser mantida.



US$ 85 bilhões por mês

Lógico, que um dos maiores catalisadores em 2.013, será o FED. Dois programas de compras de ativos, totalizam US$ 85,0 bilhões. A liquidez, que é injetada no sistema por estes mecanismos, induziu as altas nos mercados anteriormente.


No gráfico a seguir notem como em duas situações onde houveram injeções pelo BC americano, a dos financiamentos imobiliários de 2004-2008 e a atual, o comportamento da bolsa foi muito semelhante. Se o mercado continuar a mostrar a mesma tendência poderemos presenciar um elevação das cotações nos próximos trimestres.


O SP500 fechou a 1.461, com baixa de 0,31%; o real a R$ 2,0260, com queda de 0,39%; o euro a 1,314, com alta de 0,32% e o ouro a US$ 1.646, com queda de 0,58%.
Fique ligado!

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