Inflação: A Revanche

26 de agosto de 2016

5 anos!

Faz cinco anos que foi publicado o primeiro post do Mosca. Fui buscar em meus arquivos uma cópia do número 1, observem a grande mudança. Como qualquer coisa na vida, existe uma evolução. 

Hoje em dia o material do post é mais abrangente, tanto em termos de assuntos como de cobertura geográfica. Outro objetivo é que os leitores tenham pelo menos um conhecimento básico de análise técnica. O acompanhamento das sugestões de trades com seus resultados, é de grande importância.


Os principais números que tenho a destacar são:
  • 1.268 Posts;
  • 105.300 Visitas ao blog;
  • Audiência: Brasil (63%); EUA (17%); Rússia, Alemanha, França, Portugal, Reino Unido, Israel, Malásia, Ucrânia (20%).

Eu sempre tive três ideais que, após preenchidos poderia considerar minha missão cumprida: 1.000 posts; mais 100.000 visitas; e completar 5 anos de publicação. Já posso me aposentar.

- David, fica, fica, fica! Hahahah…

Sua opinião não vale para minha decisão, diríamos que existe um certo conflito de interesses! Hahaha ... 
O que vale são as estatísticas dos leitores e parece que, por enquanto, o Mosca está agregando valor. 
Muito obrigado pela confiança, vamos em frente.

Nesse dia de comemorações e a poucos minutos da apresentação da Yellen, queria compartilhar uma tabela que contém os níveis de impostos cobrados sobre os lucros em vários países desenvolvidos.


Está com inveja? Pois é para estar, mesmo os EUA têm alíquota menor que a brasileira. Mas não para por aí, a legislação americana permite que as empresas com subsidiárias no exterior, paguem seus impostos na alíquota desse país, desde que os recursos não sejam repatriados.

A Apple que não é boba nem nada, tem uma subsidiaria off –shore na Irlanda, que coincidentemente é o país de menor alíquota. Veja a seguir a distribuição do caixa dessa gigante da tecnologia.


Nada de ilegal está sendo feito, mas o governo americano já estuda medidas para coibir tal mecanismo, que tem por objetivo pagar menos imposto.  O que ela vai fazer com esse caixa, que cresce consistentemente, não tenho a menor ideia. Por exemplo, para dar continuidade a sua atividade, recentemente vendeu ao mercado duas emissões de bonds enormes, da ordem de US$ 30 bilhões, pois assim tem ganho triplo: mantém seus investimentos, deduz os juros pagos nos EUA, reduzindo seu imposto a pagar, e continua a gerar mais lucros onde paga menos impostos. Não precisa nem ser grande especialista em finanças!

O euro tem sido uma moeda que não tem dado boas oportunidades para os traders. Com idas e vindas, não sai do lugar. No post o-lado-humano-de-finanças, fiz os seguintes comentários: ...”incialmente note as flechas em verde, que foi entre dezembro até o final de maio. Nesse período, quando o euro ameaçou cair, foi ‘milagrosamente” salvo pela linha de suporte – verde, até que no final de junho rompeu – em rosa. Depois disso veio subindo vagarosamente até que hoje atingiu novamente essa linha milagrosa, só que pela parte de baixo” ...



Complementei os comentários com: ...”se a moeda única romper esse nível, as chances de atacar novamente o intervalo superior entre 1,145/1,16 aumentam bastante, mas não vou propor nenhum trade. Pode tranquilamente reverter e voltar a cair. Ficamos de observadores” ...

E o que aconteceu desde então? Se afastou da linha citada acima, como se pode verificar a seguir.


Só resta desejar um bom final de semana e esqueçam o euro por enquanto, embora eu não esqueço, pois em algum momento ele vai dar alegrais. Se comprando ou vendendo, who knows?


O SP500 fechou a 2.169, com baixa de 0,16%; o USDBRL a R$ 3,2641, com alta de 0,87%; o EURUSD a 1,1195, com baixa de 0,74%; e o ouro a US$ 1.320, sem variação.
Fique ligado!

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