SexTech: Chutando tudo para o ar #nasdaq100 #Nvidia
Me recordo com clareza do momento em que comecei a trabalhar. Depois de anos estudando, havia uma expectativa quase automática de que aquele esforço finalmente começaria a fazer sentido. E faz, mas não da forma que se imagina. Os primeiros anos não são sobre acerto, são sobre erro. São sobre tomar decisões equivocadas, ajustar rapidamente e, principalmente, entender o que não se quer fazer. Essa fase constrói o profissional muito mais do que qualquer diploma. Eliminá-la não acelera o processo — compromete a formação. É justamente esse ponto que começa a ser colocado em xeque. A discussão recente sobre inteligência artificial tem se concentrado em um alvo muito específico: os empregos iniciais. Aqueles que envolvem tarefas mais padronizadas, mais repetitivas e, portanto, mais suscetíveis à automação. A lógica parece direta. Se há um lugar onde a substituição é mais fácil, é exatamente na base da pirâmide. O problema é que essa base nunca foi apenas operacional. Ela sempre foi formadora....