O recheio do bolo #OURO #GOLD #EURUSD
Para quem acompanha ações não existe parâmetro mais divulgado que o P/L — o preço dividido pelo lucro. Numa rodinha de investidores, convencionou-se de forma simples traçar uma linha de corte: acima dela está cara, abaixo está barata. E essa linha varia conforme as condições econômicas do momento — crescimento, juros, inflação. Olhando essa medida com calma, o preço é a parte visível e real da equação: varia a cada minuto de negociação, todo mundo vê. Já o lucro é mais escorregadio — o que ele contempla, exatamente? No passado usava-se o lucro já publicado pela empresa; hoje, a projeção feita pelos analistas. Mas dá para ir além e separar esse lucro em duas partes. A primeira é a continuidade pura e simples do que a companhia já faz hoje — se ela ganha US$ 2 por ação e consegue sustentar esse patamar de forma estável, isso é o chão do valor, o que os acadêmicos chamam de “steady state”. A segunda parte é a opção de fazer investimentos futuros que criem valor além desse chão. A essa se...