In Warsh We Trust #OURO #GOLD #EURUSD
Nas últimas 48 horas tive dois exemplos opostos sobre o que é confiança. De um lado, o STF espalhou desconfiança generalizada pela parcela da população minimamente esclarecida — se alguém precisar de Justiça neste país, é melhor não contar com ela. Do outro lado do Equador, fiquei genuinamente impressionado com Kevin Warsh. Pairava sobre ele a dúvida de que não teria estômago monetarista à frente do Fed. Pois deu um sinal inequívoco na direção contrária. Aprendemos, com o tempo, a identificar em quem podemos confiar. De forma simples: quando alguém age, solicitado ou não, sem levar em conta restrição pessoal alguma — sem interesse próprio, sem esconder fato relevante, sem medo de ser honesto — essa pessoa se torna confiável. Não é fácil. Mas é a única forma de construir esse tipo de reputação, e Warsh entregou isso na quarta-feira. O Fed subiu os juros em 0,25 ponto, levando a faixa básica para 3,75%–4%, em decisão unânime — 12 a 0. Não é pouca coisa: era o primeiro aperto desd...