Queima de estoque global #Nasdaq100 #NVDA
O leitor do Mosca acompanha comigo, há bastante tempo, a guinada da China depois que as tarifas americanas fecharam parte do seu principal mercado. Naquele momento havia dois caminhos: estimular o consumo interno ou diversificar as exportações. Pequim escolheu o segundo. O problema é de escala. Quando o maior cliente reduz os pedidos, nenhum mercado alternativo absorve o volume de uma vez. A saída foi espalhar a produção pelo mundo sacrificando preço. Exportar a qualquer custo virou a ordem do dia. Pouco mais de um ano depois, a eficiência chinesa entregou o que se propôs. Robin Brooks usa uma imagem precisa: um fornecedor com um único grande cliente, que avisa querer depender menos dele, faz bem em buscar novos compradores. A China fez isso na velocidade da luz. As exportações de setembro saltaram 36% em relação a um ano antes. O superávit com os Estados Unidos voltou ao nível anterior a 2025, enquanto o superávit com outros catorze parceiros, entre eles União Europeia, Japão,...