O vírus da IA não tem vacina #nasdaq100 #NVDA
Há três anos, ao me deparar com um estudo da Goldman Sachs que projetava uma queda de emprego equivalente a um terço dos trabalhadores nos próximos dez anos, fiquei genuinamente preocupado com o futuro do trabalho. Mais a frente, desenvolvi o conceito da “Carteirinha” — a ideia de que quem se engajasse profundamente com a inteligência artificial saíria vencedor na nova ordem econômica; os demais, a reboque. Imaginei inicialmente o impacto sobre as empresas, depois sobre as pessoas. O tempo passou, e a realidade veio confirmar, com crescente intensidade, o que já desconfiava. A inteligência artificial avança como um vírus silencioso: começa nos países desenvolvidos, acomete os setores mais qualificados e, gradualmente, contamina toda a cadeia produtiva global. Nos Estados Unidos, esse processo já se tornou visível e irreversível. O Wall Street Journal sintetizou o fenômeno com precisão: empresas como Snap, Block e Amazon adotaram o que o mercado batizou de “mega-demissões” como ...