SexTech: Cuidado com o filme do Mickey #nasdaq100 #NVDA
Durante muito tempo, ter acesso à tecnologia foi o principal diferencial competitivo. Quem chegava primeiro capturava valor, construía posições dominantes e surfava ciclos inteiros de crescimento. Esse privilégio acabou. A “Carteirinha” que criei, focada nas líderes da revolução da inteligência artificial, começa a se tornar algo comum, já que praticamente todas as grandes companhias incorporaram IA aos seus processos, produtos e estratégias. O acesso deixou de ser vantagem. Virou pré-requisito competitivo. A revolução da inteligência artificial entrou agora em uma segunda fase — muito mais exigente do ponto de vista econômico. Não se trata mais de possuir a ferramenta, mas de convertê-la em produtividade mensurável: redução estrutural de custos, aceleração de ciclos de desenvolvimento, automação de processos e ganhos reais de eficiência. E foi justamente o mercado que começou a precificar essa transição de forma mais dura onde menos se esperava: no setor de software. Durante mais ...